quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Lula é denunciado na Lava jato pelo MPF, ele e mais seis.

MPF denuncia Lula, Marisa e mais seis na Operação Lava Jato

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta quarta-feira (14) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas no âmbito da Operação Lava Jato. O motivo da denúncia ainda não foi divulgado. Os procuradores informarão os detalhes em uma entrevista à imprensa nesta tarde. Caberá à Justiça decidir se os denunciados se tornarão réus.

Veja quem foi denunciado


Luiz Inácio Lula da Silva - ex-presidente
Marisa Letícia - mulher de Lula
Léo Pinheiro - ex-presidente da OAS
Paulo Gordilho - arquiteto e ex-executivo da OAS
Paulo Okamotto - presidente do Instituto Lula
Agenor Franklin Magalhães Medeiros - ex-executivo da OAS
Fábio Hori Yonamine - ex-presidente da OAS Investimentos
Roberto Moreira Ferreira - ligado à OAS

O advogado Edward de Carvalho, que defende Léo Pinheiro e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, não vai se manifestar. Da mesma forma, o advogado Cal Garcia, que faz a defesa de Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, também não vai comentar a denúncia.

Indiciamento

Em agosto deste ano, a Polícia Federal (PF) indiciou Lula, Marisa Letícia, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, o arquiteto Paulo Gordilho e o presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto por crimes como corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.
Os cinco foram investigados por supostas irregularidades na aquisição e na reforma de um apartamento triplex do Edifício Solaris, no Guarujá, no litoral de São Paulo, e no depósito de bens do ex-presidente.

De acordo com o indiciamento, a OAS pagou por cinco anos (entre 2011 e 2016) R$ 21,5 mil mensais para que bens do ex-presidente ficassem guardados em depósito da empresa Granero.

Os pagamentos totalizam R$ 1,3 milhão. Ainda de acordo com a Polícia Federal, o montante corresponde a vantagens indevidas pagas pela Construtora OAS em benefício de Lula.

Na ocasião, o advogado do ex-presidente e da ex-primeira-dama, Cristiano Zanin Martins, afirmou que o relatório da Polícia Federal "tem caráter e conotação políticos e é, de fato, peça de ficção".
O Instituto Lula e a defesa de Paulo Okamotto informaram que, como não tiveram acesso aos detalhes do indiciamento, não tinham como se pronunciar. Por meio do Instituto Lula, o ex-presidente reiterou que não é proprietário de nenhum imóvel no Guarujá.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Marqueteiros do PT confessam caixa 2 da campanha de Dilma em 2010

Marqueteiros do PT confessam que receberam US$ 4,5 mi de caixa 2 da campanha de Dilma em 2010


A empresária Mônica Regina Cunha Moura, mulher e sócia do publicitário João Santana – marqueteiro das campanhas de Lula e Dilma, entre 2006 e 2014 -, disse ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, que está disposta a colaborar com a Justiça, mas só o fará com ‘acordo assinado’.

Mônica e João foram interrogados nesta tarde na ação penal em que são acusados de recebimento de propinas do esquema montado na Petrobras, e confessaram que, ao serem presos em fevereiro pela Polícia Federal, mentiram no inquérito. A Moro, o casal esclareceu que US$ 4,5 milhões recebidos por meio do doleiro e operador de propinas Zwi Scornicki era dinheiro da campanha eleitoral de Dilma Roussef, em 2010.

Segundo Mônica, os valores eram relativos a ‘dívidas da campanha presidencial de 2010 (Dilma) e Zwi lhe foi indicado pelo então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto’. Mas negou que soubesse que o dinheiro tinha origem em propinas do esquema Petrobras.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Lula pede ao STF reconhecimento de ministro

Lula pede ao STF reconhecimento de ministro

Lula pede ao STF reconhecimento do 'status' de ministro de março a maio. A Defesa recorreu do arquivamento de ações que o suspenderam do cargo. O Ex-presidente foi exonerado após afastamento de Dilma no impeachment. Um dos objetivos, diz a peça, é que, ao analisar novamente a nomeação, o STF "reconheça" que o petista teve "o status de ministro de Estado" entre os dias 16 de março, data da sua nomeação, e 12 de maio, quando foi oficialmente exonerado do cargo após o afastamento da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment.

Embora nomeado por Dilma, Lula não chegou a exercer a chefia da Casa Civil por decisão do próprio Gilmar Mendes no dia seguinte à sua posse. Ao analisar ações do PSDB e do PPS, o ministro viu tentativa de Lula escapar das investigações, que sairiam da alçada do juiz Sérgio Moro, de Curitiba, e passariam ao STF, por causa do chamado "foro privilegiado".

No recurso contra o arquivamento das ações, a defesa de Lula pede que, além do "status de ministro", o STF também reconheça as "consequências jurídicas decorrentes dessa situação", sem, no entanto, exemplificar quais seriam esses efeitos.

A assessoria da defesa de Lula informou que se busca reconhecer que o ex-presidente pode ocupar cargos na administração pública. Em tese, se o Supremo reconhecer que ele tinha foro privilegiado no período, qualquer ato tomado contra ele por um juiz de primeira instância pode ser anulado.

Em nota à imprensa, o Instituto Lula afirmou que o objetivo do recurso é "restabelecer os plenos direitos políticos de Lula", que teriam sido "violados" com a decisão liminar [provisória] de Gilmar Mendes, que suspendeu a nomeação. "Além de ter ferido um direito de Lula, a liminar ofendeu a prerrogativa constitucional da presidenta da República, de nomear ministros livremente", afirmou o Instituto Lula.

No mesmo pedido, a defesa de Lula também pede que as ações sob relatoria de Gilmar Mendes (mandados de segurança) sejam julgadas conjuntamente com outras duas relatadas por Teori Zavascki (chamadas "arguições de descumprimento de preceito fundamental"), de tipo diferente. Zavascki chegou a rejeitar as ações, mas a defesa também recorreu.

Em abril, o plenário do STF decidiu que as ações sob Gilmar Mendes e aquelas com Zavascki deveriam ser julgadas conjuntamente. Para a defesa, Gilmar Mendes contrariou essa decisão ao arquivar suas ações. O ministro entendeu que elas haviam perdido o objeto, com a exoneração de Lula depois que Dilma foi afastada da Presidência.

Por que Temer aumentou a previsão de déficit?

Por que o Governo Temer aumentou a previsão de déficit?

Além dos R$ 96,7 bilhões estimados antes, os ministros revisaram para baixo a estimativa de receita (o dinheiro que o governo vai arrecadar). A previsão caiu 4%, para R$ 1,0778 trilhão, por conta, entre outros motivos, da previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) do país este ano. Segundo Meirelles, a previsão de receita estava superestimada.

O governo também prevê agora mais despesas: além de liberar R$ 21,2 bilhões em gastos que estavam bloqueados, existe ainda a previsão de gastos de R$ 9 bilhões com pagamento de despesas atrasadas dentro do PAC; de despesas de investimento do Ministério da Defesa e outras (R$ 3,5 bilhões), e gastos necessários para o setor da saúde de cerca de R$ 3 bilhões.


Há previsão ainda de efeitos da renegociação das dívidas dos estados, pagamentos atrasados a fornecedores e de dívidas com organismos internacionais, que serão, em parte, compensados com recursos arrecadados a partir da repatriação de ativos mantidos por brasileiros no exterior e não declarados à Receita Federal. O efeito líquido desses itens, segundo Meirelles, será de R$ 19,9 bilhões negativo.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Assista na íntegra entrevista da Presidente Afastada

Assista na íntegra entrevista da Presidente Afastada Dilma

A presidente afastada Dilma Rousseff reiterou ser vítima de um golpe, e que seu líder é o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "O líder não é o presidente interino, o líder é o presidente da Câmara (Eduardo Cunha), que foi afastado agora", afirmou ao jornalista Glenn Greenwald, em entrevista publicada nesta quinta-feira, 19, pelo site The Intercept.

A presidente afastada afirmou que pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para definir o mérito da ação, mas deve fazê-lo apenas quando sua defesa julgar adequado. Ela também disse esperar que o presidente Ricardo Lewandowski "dê rito mais consistente" ao processo.

Dilma aproveitou para justificar o fato de Cunha ter sido parte de seu governo, afirmando que ele faz parte do PMDB "o qual, desde 1999, constrói a maioria com os governos". Ela afirmou também ter tido atritos com o ex-presidente da Câmara dos Deputados ao longo do segundo governo. "Ele é muito bom de agir nas trevas".

A presidente afastada disse ainda considerar "um absurdo" a mudança da orientação da política externa, principalmente em relação aos países do Mercosul e dos Brics. "Espero que não cometam esse absurdo para com o País", disse.

Temer manda suspender patrocínio da Caixa a evento em apoio a Dilma

Temer manda suspender patrocínio da Caixa a evento em apoio a Dilma e irrita petistas

O governo Michel Temer mandou nesta quinta-feira (19) suspender patrocínio da Caixa Econômica Federal a evento de blogueiros e ativistas contrários ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. O patrocínio da empresa estatal foi autorizado pela administração petista em março e totalizou R$ 100 mil, segundo publicação no “Diário Oficial da União”.

Intitulado 5º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais, o evento será realizado entre os dias 20 e 22 de maio, em Belo Horizonte (MG). A presidente afastada confirmou presença na abertura, na noite desta sexta-feira (20). A programação do evento ressalta que ele discutirá “a defesa da democracia” e a “luta contra o golpismo midiático” e terá as participações de blogueiros de esquerda.

O governo interino justifica a decisão de suspender o patrocínio a uma reorganização da estratégia midiática da nova gestão, que pretende também reavaliar todos os contratos de publicidade do governo de Dilma Rousseff com veículos de imprensa, sejam eles tradicionais ou sites e blogs alinhados à gestão petista.

O peemedebista solicitou a todos os ministérios o envio de seus respectivos planos de mídia, que sofrerão um pente-fino com a intenção de cortar ou suspender patrocínios que não sejam considerados estratégicos para a máquina federal ou não estejam ligados a campanhas emergenciais de interesse nacional.

Lula Doente cria alerta no PT

A saúde do ex presidente, ex ministro chefe e agora espectador Luiz Inácio Lula da Silva é assunto proibido entre os petistas, mas o ex-presidente parece estar com sérios problemas, afirma o colunista Cláudio Humberto, do Metro Jornal. A saúde de Luiz Inácio Lula da Silva tem deixado os petistas em alerta. O ex-presidente parece estar com sérios problemas, segundo o Metro

Segundo o colunista, o desinteresse de Lula até em discutir a sobrevivência do PT acionou o “alerta vermelho” em correligionários, em Brasília na reunião da cúpula para definir o futuro e o discurso do PT até a presidente afastada Dilma Rousseff ser julgada.

Lula, que ficou em silêncio e pareceu bastante abatido quando Dilma deixou o Palácio do Planalto, na semana passada, também já não fala nas raras reuniões que vai. Ele também não apareceu no 1º de Maio do PT, no Anhangabaú, em São Paulo.

Dirigentes do PT não confirmam a retomada do câncer, mas teriam afirmado que Lula enfrenta “profunda depressão”. O Instituto Lula também diz que a doença não voltou.

Um amigo íntimo disse que Lula anda sem sono com as investigações contra sua família. Acha a Lava Jato “muito parada” , o que avalia como um mau sinal.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

STF notifica Dilma sobre o termo GOLPE

STF notifica Dilma para que esclareça o termo ‘golpe’ no discurso

A Câmara dos Deputados não deixou barato e o Supremo Tribunal Federal, em decisão liminar da ministra Rosa Weber, deu aval para a cobrança da responsabilidade da verborragia política. A ministra determinou ontem que presidente afastada Dilma Roussef seja notificada para responder a ação da Procuradoria Parlamentar da Câmara. O STF e a Câmara querem que ela esclareça o uso do termo “golpe'' nos discursos públicos, sobre o processo de impeachment, ocorrido dentro da lei, conforme citam as duas instituições.

Assim que for notificada, Dilma terá até 10 dias para enviar à Corte a à Câmara a sua justificativa. De acordo com a assessoria da Procuradoria da Câmara, a ação foi levada pelo órgão ao STF no último dia 5 “e atendeu a um pedido do deputado federal Júlio Lopes (PP-RJ) (…). O deputado questiona o que consistiria o suposto golpe, quem seriam os golpistas e o motivo de a Presidente não ter recorrido a nenhuma instituição para evitar o que considera ser golpe''.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Mulher de Pimentel é exonerada do cargo em MG

Mulher de Pimentel é exonerada do cargo em Minas Gerais

Petista gosta mesmo de um cabide, ou de um puxadinho. Visto a nomeação de Carolina Pimentel, que foi nomeada em abril pelo marido, o governador de MG e logo a Oposição alegou que objetivo era protegê-la da Operação Acrônimo. A nomeação tinha sido feita em abril pelo marido, o governador Fernando Pimentel, do PT. Deputados da oposição alegaram que o objetivo era proteger Carolina da Operação Acrônimo, que investiga supostas irregularidades em campanhas.

O governo de Minas declarou que a primeira-dama optou por se dedicar exclusivamente ao serviço voluntário de assistência social e que a decisão foi tomada para impedir que falsas polêmicas geradas pela oposição interfiram na continuidade de projetos. E a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Fernando Pimentel, por corrupção e lavagem de dinheiro, na Operação Acrônimo, teve o sigilo retirado pelo Superior Tribunal de Justiça.

Os primeiros indícios dos crimes foram encontrados em um avião do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, o Bené, no dia 7 de outubro de 2014. Bené estava com dinheiro e documentos que foram apreendidos. Segundo as investigações, ele teria intermediado o pagamento de propina da empresa Caoa, representante da montadora Hyundai no Brasil, para o então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, no governo Dilma Rousseff.

De acordo com a Procuradoria Geral da República, a Caoa depositou mais de R$ 2 milhões em propina, nas contas das empresas Bridge e BRO, que pertencem a Bené. O dinheiro, segundo a denúncia, foi repassado a Pimentel por meio do pagamento de passagens aéreas, hospedagens e despesas pessoais dele e da mulher, Carolina Pimentel.

O STJ tirou o segredo de Justiça da denúncia, que traz registros de conversas por telefone entre Bené e os donos da Caoa, além de detalhes de como teriam sido as negociações e a distribuição da propina. De acordo com a s investigações, Pimentel teria informado Bené sobre os processos administrativos de interesse da Caoa no ministério, num programa de isenções fiscais. Bené, então, teria procurado os donos da empresa.

Justiça condena PT a pagar R$ 14 milhões por esquema

Justiça condena PT a pagar R$ 14 milhões por esquema em Santo André

O juiz Genilson Rodrigues Carreiro, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Santo André, condenou o PT a devolver R$ 3,5 milhões aos cofres públicos, por considerar procedente a denúncia do Ministério Público de que o partido teve participação em um esquema de corrupção e cobrança de propina no sistema de transporte público da cidade durante a gestão do prefeito Celso Daniel, morto em 2002.

O partido também foi condenado ao pagamento de multa equivalente a três vezes o valor do acréscimo patrimonial, ou seja, R$ 10,5 milhões, e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou de crédito por dez anos.

A decisão se refere a uma ação civil de improbidade administrativa contra o Diretório Nacional do PT. A decisão é em primeira instância e cabe recurso.

A direção nacional do PT disse que considera a condenação injusta e que vai recorrer da decisão. "É uma condenação injusta e nós vamos recorrer dela. É mais uma perseguição ao PT", afirmou o presidente nacional do PT, Rui Falcão, em uma entrevista coletiva em Brasília após reunião do Diretório Nacional.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Movimentos pedem ministérios e verbas para programas sociais

Movimentos pedem ministérios e verbas para programas sociais

Eles não tem a mínima vergonha na cara, Representantes de MST, CUT e MTST querem que presidente faça reajuste do Bolsa Família, desapropriações agrárias, entre outros, antes da votação do impeachment no Senado. Um dos pedidos é a nomeação de integrantes dos movimentos para preencher vagas deixadas por partidos que abandonaram o governo para apoiar o impeachment e entregaram seus cargos no governo.

Participaram da reunião com Dilma João Pedro Stédile, da coordenação nacional do Movimento dos Sem Terra (MST), Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Segundo relatos, os representantes dos movimentos sugeriram que Dilma tomasse uma série de ações que teriam como objetivo garantir a unidade das entidades na reta final da resistência ao impeachment e na oposição a um eventual governo Michel Temer. Entre elas, reajustar o valor do Bolsa Família, retirar projetos enviados ao Congresso que afetam direitos dos trabalhadores, anunciar uma série de desapropriações agrárias e retomar as contratações de empreendimentos do Minha Casa Minha Vida. Segundo participantes da reunião, Dilma ouviu com atenção e ficou de avaliar os pleitos.

Além disso os movimentos pediram a nomeação de integrantes de grupos que se empenharam no combate ao “golpe” para os cargos vagos na Esplanada dos Ministérios. O pedido havia sido feito, por meio de resolução política e nota, pelo diretório nacional do PT e pela Frente Brasil Popular, na semana passada. A presidente também foi convidada para participar do ato que os movimentos preparam para o dia 1º de maio, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, que contará com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Netflix vai realizar série sobre a Lava Jato

Netflix anuncia série sobre a Lava Jato

Os bastidores da operação Lava Jato que revelou um megaesquema de corrupção no Brasil serão retratados em novo seriado, previsto para 2017. Ainda sem título, obra terá direção de José Padilha. Em nota, o vice-presidente de Originais Internacional da Netflix, Erik Barmack, afirma que a empresa “reconhece o talento de José Padilha em transformar os eventos atuais ainda em constante evolução em narrativas atraentes, e ele está bem posicionado para documentar este momento importante na história do Brasil.

Padilha, famoso pelo filme Tropa de Elite e pela série Narcos, declarou que “era fundamental que a série fosse produzida com imparcialidade, e a Netflix é com certeza o melhor parceiro para que isso possa ser concretizado”.

O Brasil e seus recentes acontecimentos, como a própria Operação Lava Jato e o processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff, têm atraído atenção internacional.

Em março, uma reportagem publicada pelo jornal alemão Die Zeit comparou a atual crise política com as intrigas da série americana House of Cards, também produzida originalmente pela Netflix. Na obra, o inescrupuloso político Frank Underwood faz de tudo para acumular e manter poder.

"Por estes dias, é difícil entender por que ainda há pessoas que se interessam por House of Cards. Elas não acompanham as notícias da política brasileira?", perguntou o correspondente do jornal no Rio de Janeiro, Thomas Fischermann.

Manifestantes fecham vias pelo país contra impeachment

Manifestantes fecham vias pelo país contra impeachment

Manifestantes pró Dilma bloquearam estradas e avenidas em algumas cidades do país em protesto contra o processo de impeachment da presidente, que é discutido no plenário da Câmara dos Deputados a partir desta sexta-feira (15). Ocorrem ou ocorreram atos em 14 estados: AL, BA, MT, MS, MG, PB, PR, PE, PI, RJ, RS, SC, SP e SE. Já imaginamos e sabemos de onde partem estes protestos e quem são os seus integrantes. E quem sofre com isso tudo é o trabalhador, cidadão de bem.



Integrantes de movimentos sociais, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), de sindicatos, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), e de movimentos da sociedade civil bloquearam nesta sexta-feira (15) algumas das principais rodovias do país contra o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Já aconteceram atos em pelo menos 12 Estados e no Distrito Federal.

Houve registros de bloqueios nas rodovias Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro, na altura de Piraí (RJ), no sentido São Paulo; na Washington Luís (SP-310), no interior paulista, na altura de São Carlos (SP); e na Imigrantes, ligação de São Paulo com a Baixada Santista, na altura do km 16.

Em Minas Gerais, foram registradas interdições das rodovias BR-050, em Uberlândia; e na BR-116, em Governador Valadares. Em Belo Horizonte, protesto uniu cerca de 200 estudantes, professores e técnicos administrativos na sede da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), no gramado em frente à reitoria da universidade, no campus Pampulha. O ato foi convocado pelo Sindifes (Sindicato dos Trabalhadores nas Instituições Federais de Ensino Superior).

Boulos diz que Brasil será incendiado por mobilizações Sociais

Brasil será incendiado por mobilizações sociais se Temer assumir a presidência, diz Boulos


Você sabe quem é Boulos não é mesmo caro leitor? O líder da patuscada, nem poderia ser outro, é Guilherme Boulos, o coxinha vermelho que coordena dois movimentos que se comportam como milícias: o MTST e uma tal Frente Povo Sem Medo.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o líder do MTST Guilherme Boulos afirmou que, se o vice-presidente Michel Temer assumir a presidência, o Brasil vai ser incendiado por mobilizações sociais.

"Com Temer, junto com o golpe vem um pacote de terra arrasada, de devassa nos direitos sociais e de reforma trabalhista para acabar com os direitos trabalhistas", destacou. "Dizer que o país vai ser incendiado por mobilizações sociais se vierem com esse programa é quase uma obviedade, não é nenhuma ameaça".

Segundo o líder do MTST, o vice não terá legitimidade para presidir o País. "O governo Temer, se vier a ocorrer, vai padecer de um questionamento de legitimidade, de alguém que não foi eleito no voto direto e tem 1% das intenções de voto. Junto com o golpe vem um pacote de devassa nos direitos sociais, trabalhistas. Isso intensificará mobilizações e aprofundamento do conflito social."

Ele ainda questionou uma ação feita pelo PSDB e DEM contra ele por incitar a violência: "se Temer de fato ousar vir com essa pauta que anunciou, ele vai convulsionar a sociedade. Dizer que vai fazer união nacional com reforma trabalhista que ataca direitos sociais é uma piada. O Brasil vai ser tomado por greves, mobilizações, lutas diárias, ocupações. Outro dia eu disse isso e o DEM e o PSDB entraram na Justiça pedindo a minha prisão, dizendo que eu estava incitando a violência. É importante fazer um esclarecimento sobre isso.

Um governo que generaliza a terceirização, que vai fazer a desindexação do salário mínimo, vai atacar a aposentadoria, como você acha que vai ser a reação dos trabalhadores? Vão usar os instrumentos que têm, vão fazer greve, paralisações. Se um governo quer acabar com o Minha Casa, Minha Vida, extinguindo o subsídio público, como você acha que vai ser a reação das seis milhões de famílias que não têm moradia? Fazer ocupação." Para ele, o programa do PMDB "Ponte para o Futuro" tem uma agenda tão liberal que "até Fernando Henrique Cardoso ficaria envergonhado".

quinta-feira, 14 de abril de 2016

AGU entra com mandado de segurança no STF para anular impeachment

AGU ingressará com mandado de segurança no STF para anular processo de impeachment


A Advocacia-Geral da União (AGU) informou há pouco que impetrará, no Supremo Tribunal Federal (STF), um mandado de segurança para anular o processo do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), cuja votação da admissibilidade ocorrerá domingo, 17, na Câmara dos Deputados. Segundo a assessoria da AGU, o mandado ainda não foi ajuizado no STF e os detalhes do processo serão dados pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, na tarde desta quinta-feira, 14.

Nos últimos dias, o Planalto e Cardozo questionaram a fragilidade e a legalidade do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impeachment, apresentado na comissão da Câmara. Chegaram a falar que o documento seria a melhor defesa para Dilma no processo.

A reação que um mandado de segurança terá no STF, contudo, é imprevisível. Tudo depende de qual dos onze ministros receberá o questionamento. Para a jurista Margarida Lacombe Camargo, o perfil da maior parte dos integrantes do Supremo é cauteloso. Por isso, a impressão dela é de que eles não devem entrar no mérito do pedido do impeachment, atendo-se apenas ao andamento dele.


terça-feira, 12 de abril de 2016

PM do DF prende militante do MST com 55 mil em dinheiro

PM do DF prende militante do MST com 55 mil em dinheiro

A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu na noite desta segunda-feira um militante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) com 55 mil reais em notas numa mochila.

José Carlos dos Santos foi preso ao chegar ao acampamento do MST próximo ao Teatro Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Ele não soube explicar a origem do dinheiro.

De acordo com informações da Polícia Militar do Distrito Federal, como o manifestante não soube explicar a origem do dinheiro, foi levado à 5ª Delegacia de Polícia (Setor Bancário Norte) para dar esclarecimentos.



Ainda segundo a PM, os militares estão abordando diversas pessoas na Esplanada dos Ministérios, tantos os que são a favor quanto os que são contra o impeachment.

Os sem-terra tentaram impedir a prisão, mas mesmo assim Santos foi levado para a 5ª delegacia

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Lista de quem votou a favor e contra o impeachment

Saiba quem votou a favor e contra o impeachment


O Congresso em Foco divulgou a lista nominal dos 65 membros da comissão especial do impeachment.
Veja quem votou contra e a favor.

Favoráveis:

ALEX MANENTE (PPS – SP)
BENITO GAMA (PTB -BA)
BRUNO COVAS (PSDB – SP)
CARLOS SAMPAIO (PSDB-SP)
DANILO FORTE (PSB-CE)
EDUARDO BOLSONARO (PSC-SP)
ELMAR NASCIMENTO (DEM-BA)
EROS BIONDINI (PROS-MG)
EVAIR DE MELO (PV-ES)
FERNANDO BEZERRA COELHO FILHO (PSB-PE)
FERNANDO FRANCISCHINI (SD-PR)
JERÔNIMO GOERGEN (PP-RS)
JHONATAN DE JESUS (PRB-RR)
JOVAIR ARANTES (PTB-GO)
LAUDÍVIO CARVALHO (SD-MG)
JÚLIO LOPES (PP-RJ)
JUTAHY JUNIOR (PSDB-BA)
LEONARDO QUINTÃO (PMDB-MG)
LÚCIO VIEIRA LIMA (PMDB-BA)
LUIZ CARLOS BUSATO (PTB-RS)
MARCELO ARO (PHS-MG)
MARCELO SQUASSONI (PRB-SP)
MARCO FELICIANO (PSC-SP)
MARCOS MONTES (PSD-MG)
MAURO MARIANI (PMDB-SC)
MENDONÇA FILHO (DEM-PE)
NILSON LEITÃO (PSDB-MT)
OSMAR TERRA (PMDB-RS)
PAULINHO DA FORÇA (SD-SP)
PAULO ABI-ACKEL (PSDB-MG)
PAULO MALUF (PP-SP)
RODRIGO MAIA (DEM-RJ)
ROGÉRIO ROSSO (PSD-DF)
RONALDO FONSECA (PROS -DF)
SHÉRIDAN (PSDB-RR)
TADEU ALENCAR (PSB-PE)
BRUNO ARAÚJO (PSDB-PE)
WELITON PRADO (PMB-MG)

Contrários

ÉDIO LOPES (PR – RR)
FLAVIO NOGUEIRA (PDT – PI)
HENRIQUE FONTANA (PT – RS)
JOÃO MARCELO SOUZA (PMDB – MA)
JOSÉ MENTOR (PT-SP)
JOSÉ ROCHA (PR-BA)
JÚNIOR MARRECA (PEN – MA)
LEONARDO PICCIANI (PMDB – RJ)
BENEDITA DA SILVA (PT – RJ)
ORLANDO SILVA (PCdoB – SP)
PAULO MAGALHÃES (PSD – BA)
PAULO TEIXEIRA (PT – SP)
PEPE VARGAS (PT – RS)
ROBERTO BRITTO (PP – BA)
SILVIO COSTA (PTdoB – PE)
VALTENIR PEREIRA (PMDB – MT)
VICENTE CÂNDIDO (PT – SP)
VICENTINHO JÚNIOR (PR – TO)
WADIH DAMOUS (PT – RJ)
WEVERTON ROCHA (PDT – MA)
ZÉ GERALDO (PT – PA)
JANDIRA FEGHALI (PCdoB - RJ)
AGUINALDO RIBEIRO (PP - PB)
CHICO ALENCAR (PSOL - RJ)
ARLINDO CHINAGLIA (PT - SP)
BACELAR (PTB - BA)
ALIEL MACHADO (REDE - PR)


De acordo com PMDB impeachment já tem 334 votos

De acordo com o mapeamento do PMDB impeachment já conta com 334 votos.

De acordo com o mapeamento do PMDB, o impeachment já conta com 334 votos no plenário da Câmara. Só faltariam, portanto, 8 votos. Agora é esperar para vermos o que vai desencadear a partir da votação de hoje.

De acordo com o mapeamento do PMDB o impeachment já conta com 334 votos no plenário da Câmara. Só faltariam, portanto, 8 votos:


Vice Presidente Temer na berlinda


O advogado mineiro Mariel Márley Marra ajuizou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a cumprir em 24 horas a liminar que determinou que o congressista dê seguimento ao processo de impeachment do vice-presidente da República, Michel Temer, sob pena de multa diária de R$ 3 milhões.

Marra afirma que, desde a decisão do ministro Marco Aurélio Mello sobre o assunto, na terça-feira passada, Cunha vem manobrando para tentar frustrar ou retardar o cumprimento da decisão. O advogado alega que a postura do presidente da Câmara constitui ato de improbidade administrativa.

Temer divulga por engano áudio com discurso que faria após impeachment

Temer divulga por engano áudio com discurso que faria após impeachment

Em mensagem de quase 15 minutos enviada por engano a parlamentares do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse que “aconteça o que acontecer” é preciso construir um governo de “salvação nacional” e alertou que haverá “sacrifícios” para retomar o crescimento. O áudio do vice antecipa o discurso que seria feito à Câmara caso a Casa autorizasse a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o que está previsto para ocorrer apenas no próximo fim de semana.

"Aconteça o que acontecer no futuro, é preciso um governo de salvação nacional e, portanto, de União nacional. É preciso que se reúna todos os partidos políticos e todos os partidos políticos estejam dispostos à colaboração para tirar o País da crise”, afirmou Temer no áudio ao qual o Estado teve acesso.

Temer diz no áudio que “sem essa unidade nacional, penso que será difícil tirar o País da crise em que nos encontramos”.
O atual vice-presidente da República diz, como “substituto constitucional da presidente da República”, que o País terá que se submeter a sacrifícios. “Vamos ter muitos sacrifícios pela frente. Sem sacrifícios não conseguiremos avançar para retomar o crescimento e o desenvolvimento que pautaram a atividade do nosso País nos últimos tempos antes desta última gestão”, afirmou.
Temer diz no áudio que, assumindo a Presidência, manterá programas sociais como Bolsa Família, Pronatec e Fies. “Sei que dizem de vez em quando que, se outrem assumir, vamos acabar com Bolsa Família, vamos acabar com Pronatec, vamos acabar com Fies. Isso é falso. É mentiroso e fruto dessa política mais rasteira que tomou conta do País. Portanto, neste particular, quero dizer que nós deveremos manter estes programas e até, se possível, revalorizá-los e ampliá-los”, afirmou.

O vice diz, no entanto, que o Bolsa Família será um programa de transição em seu eventual governo. “Há de ser um estágio do Estado brasileiro. Daqui a alguns anos, a empregabilidade tenha atingido um tal nível que não haja necessidade de Bolsa Família. Mas, enquanto persistir a necessidade, manteremos”, afirmou.

A assessoria de Temer confirmou a veracidade do áudio e disse que o vice o enviou "por acidente" aos aliados. "Trata-se de um exercício que o vice estava fazendo em seu celular e que foi enviado acidentalmente para a bancada".


O vice-presidente diz também que terá a retomada dos empregos. “Para que haja emprego, é preciso que haja uma conjugação dos empregadores com os trabalhadores. Você só tem emprego se a indústria, o comércio, as atividades de serviço todas estiverem caminhando bem. A partir daí que você tem emprego e pode retomar o emprego”, afirmou.

Ele defendeu ainda as parcerias público-privadas para que o Estado fique responsável exclusivo apenas de algumas áreas específicas. “Vamos incentivar enormemente as parcerias público-privadas à medida que isso pode trazer emprego ao País. Temos absoluta convicção de que hoje, mais do que nunca, o Estado não pode tudo fazer. O Estado depende da atuação dos setores produtivos do País. Empregadores de um lado, trabalhadores de outro lado. Estes setores produtivos é que, aliançados, vão fazer a prosperidade do Estado brasileiro. Estado brasileiro tem que cuidar de segurança, saúde, educação, enfim, de alguns temas fundamentais que não podem sair da órbita pública. Mas, no mais, tem que ser entregue à iniciativa privada”, afirmou.




Temer divulga por engano áudio com discurso que faria após impeachment

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Governo federal quer censurar revista IstoÉ por revelar surtos de Dilma

Governo federal quer censurar revista IstoÉ por revelar surtos de Dilma

A AGU informou em nota oficial que solicitará ao Ministério da Justiça uma abertura de inquérito contra a revista IstoÉ, para apurar o “crime de ofensa” contra Dilma Rousseff.

Segundo a IstoÉ, nas últimas semanas, Dilma tem tido “sucessivas explosões nervosas, quando, além de destempero, exibe total desconexão com a realidade do país”. A revista semanal ainda comparou Dilma a Maria Francisca Isabel Josefa Antônia Gertrudes Rita Joana de Bragança, a primeira rainha do Brasil, que ficou conhecida como “Maria I, a Louca”.



Leia a íntegra da nota da AGU sobre o caso:

A Advocacia-Geral da União (AGU) acionará o Ministério da Justiça para que determine a abertura de inquérito para apurar crime de ofensa contra a honra da presidenta da República cometido pela revista IstoÉ em reportagens publicadas nas duas últimas edições.
A AGU também invocará a Lei de Direito de Resposta para garantir, junto ao Poder Judiciário, o mesmo espaço destinado pela revista à difusão de informações inverídicas e acusações levianas.

Eventuais ações judiciais de reparação de danos morais também estão sob análise de advogados privados da presidenta Dilma Rousseff.

Rede e Marina Silva lançam campanha por novas Eleições

Rede e Marina Silva lançam campanha por novas Eleições

Sim caro leitor, quando você acha que não terá mais surpresas com a situação político econômica de nosso país, me vem a Marina Silva, juntamente com a REDE, e apresenta esta campanha... Com a presença da ex-presidenciável Marina Silva, a Rede Sustentabilidade lança, na terça-feira, 5, a campanha "Nem Dilma, Nem Temer, Nova Eleição é a Solução". O ato, que será realizado no Hotel Nacional em Brasília a partir das 12 horas, prega a realização de novas eleições como solução para o impasse da crise política do País.



Para a Rede, a presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer são responsáveis pela atual situação do Brasil. Desde o ano passado, Marina Silva tem defendido que, em vez do impeachment, a melhor saída para o País seria a cassação da chapa Dilma e Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a realização de um novo pleito ainda este ano.

terça-feira, 29 de março de 2016

PMDB oficializa rompimento com governo Dilma

PMDB oficializa rompimento com governo Dilma

PMDB oficializa rompimento com governo Dilma O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não participou da reunião que oficializou a ruptura com o governo sob o argumento de que não desejava "influenciar" a decisão. No entanto, ele teve participação ativa na mobilização pelo desembarque do partido e passou toda a segunda-feira (28) em reuniões com parlamentares e ministros do PMDB em busca de uma decisão “unânime”.

A partir de hoje, nessa reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB, enfatizou. A decisão do PMDB aumenta a crise política do governo e é vista como fator importante no processo de impeachment de Dilma. Há a expectativa de que, diante da saída do principal sócio do PT no governo federal, outros partidos da base aliada também desembarquem da gestão petista.



O PMDB representa hoje as duas maiores bancadas no Congresso Nacional e era tido pelo Planalto como o contrapeso ao processo de impeachment. Além de não contar mais com a legenda, o governo deve amargar um efeito avassalador do desembarque peemedebista: o abandono de outros aliados, como o PP, PSD e PR, que esperavam a decisão do PMDB para chancelar a saída da base governista.

domingo, 27 de março de 2016

A Debandada da base aliada, ou nem tão aliada assim.

A Debandada da base aliada, ou quase...

Ou quase aliada, ou quase base, ou quase toda debandada. Uma verdade que mais parece ficção, ou história de amor e traição, o PMDB desembarcou do governo Dilma Rousseff faz tempo. Desde quando o presidente do partido, Michel Temer, conseguiu aprovar a fórceps e, em boa medida em causa própria, a renovação da aliança pela reeleição enquanto parte significativa da legenda propunha a ruptura. Isso há dois anos.

A reunião do Diretório Nacional do PMDB marcada para terça-feira tem como pauta exatamente a tomada de uma decisão. Trata-se antes de avalizar uma constatação. A de que o PMDB prefere um lugar no bote salva-vidas da oposição a um gabinete de luxo no Titanic comandado por Dilma e conduzido por Luiz Inácio da Silva.

A analogia com o naufrágio daquele navio que nem Deus destruiria é de autoria do senador Romero Jucá, que foi líder do governo no primeiro mandato da presidente e, em 2014, cabo eleitoral do candidato oposicionista em 2014, Aécio Neves. De lá para cá o distanciamento entre os partidos, ou a base só fez se aprofundar, consolidando um cenário desenhado ao longo do primeiro mandato da sucessora de Lula. Por diversas vezes o PMDB externou sua insatisfação, cuja culminância foi uma carta do vice Michel Temer dirigida à presidente, objeto de uma ofensiva de desqualificação por parte do PT.

No lugar de levar em conta que Michel Temer era presidente do maior partido de sustentação e representava a voz da maioria, o Planalto preferiu encarar a manifestação com desdém e apostar que o fisiologismo prevaleceria ao sentido de sobrevivência do das experientes lideranças. Errou. Ainda que na terça-feira não se dê a ruptura oficial e o partido construa uma solução formalmente intermediária, não há volta: o PMDB está fora e com isso terá início a debandada.

A pressa e o otimismo dos peemedebistas pró-impeachment também se deve às dificuldades do Planalto e do PT em definir na Justiça a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil. Sem o cargo e os poderes dele, Lula está praticamente impossibilitado de fazer a articulação com o PMDB e demais partidos da base

A FARSA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS ( PARTE 2 )

A farsa do movimentos sociais e seus "Dirigentes"

Continuando com A FARSA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, essa massa de manobra, que troca 1 dia de protesto por R$30,00 mais um pão com mortadela, é dirigida por pessoas que gritam o ódio aos 4 cantos, mas se esquecem que estamos no século 21, onde tudo que se diz, ou se escreve fica gravado.

O PT e os movimentos sociais e sindicais contrários ao impeachment da presidente Dilma não admitem publicamente que o afastamento da presidente Dilma Rousseff é cada dia mais provável, mas já apontam o discurso para um possível governo Michel Temer (PMDB). Eles querem de toda forma "tocar o terror" nas ruas, no cidadão trabalhador e na possível gestão PMDB/TEMER.

Vai ser pior do que foi o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (1999-2002). O povo não vai aceitar retrocesso em direitos conquistados, como propõe o programa do PMDB”, disse Raimundo Bonfim, da Central de Movimentos Populares (CMP).

Um dos pontos do discurso anti-Temer é o programa “Uma Ponte para o Futuro”, apresentado pelo PMDB no ano passado, que propõe desvinculação de receitas orçamentárias da educação e saúde, mudanças na Previdência Social, entre outras medidas que desagradam a base petista.

O presidente do PT, Rui Falcão, disse na quinta-feira, que uma eventual gestão Temer não trará de volta a estabilidade política. “Eles (movimentos sociais) vão à rua dizendo que não haverá estabilidade com o impeachment, estabilidade se faz com paz, com a possibilidade de o povo se organizar livremente e poder chegar às eleições de 2018 que é a data legítima para quem quer assumir o poder”, afirmou o dirigente petista.

Líderes de movimentos que defendem a manutenção de Dilma, como o Movimento dos Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e CMP, também afirmaram nos últimos dias que vão para as ruas caso o peemedebista assuma o governo.

Guilherme Boulos, do MTST, deixou claro, também na quinta-feira, que “vai ter resistência” nas ruas caso o impeachment seja aprovado. Gilmar Mauro, do MST, afirmou na sexta-feira passada que Temer “não terá um dia se sossego” se assumir a Presidência da República. Na quinta-feira passada, a própria Dilma disse, a correspondentes estrangeiros, que o impeachment deixaria “cicatrizes” na democracia.

A Máfia dos aliados do PT travestidos de Movimentos Sociais

Movimentos Sociais, massa de manobra e alienação.

Há uma ponte que une os governos de Lula e Dilma Rousseff, o apoio ao que seus ideólogos chamam de “movimentos sociais”, que nada mais são do que grupos organizados para servir de massa de manobra aos interesses políticos radicais. Os encarregados de organizar e manter vivos esses grupos são os partidecos de esquerda, juntamente com Stédile que atua como um "ministro" para o caos social.

Visto as palavras de ordem e guerra das ultimas semanas, vindas do lado vermelho e sombrio, que dizem por aí, aos quatro cantos, se Dilma e Lula caírem, vai ter guerra.

Essa pasta, de uma forma ou de outra, existe em todos os governos populistas da América Latina e se ocupa da cínica estratégia de formar ou adotar grupos com interesses que não podem ser contemplados dentro da ordem institucional, pois implicam o desrespeito às leis e aos direitos constitucionais. Ora são movimentos de índios que reivindicam reservas em áreas de agronegócio altamente produtivas e até cidades inteiras em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, ora são pessoas brancas como a neve que se declaram descendentes de escravos africanos e querem ocupar à força propriedades alheias sob o argumento improvável de que seus antepassados viveram ali.



A estratégia de incitar esses grupos à baderna e, depois, se vender à sociedade como sendo os únicos capazes de conter as revoltas é a adaptação moderna do velho truque cartorial de criar dificuldades para vender facilidades.

O MST é um movimento arcaico, com uma pauta de reforma agrária do século passado em um Brasil com quase 90% de urbanização e 80% da produção dos alimentos consumidos pelos brasileiros vinda da agricultura familiar. Por obsoleto, já deveria ter desaparecido. Mas o governo não permite que isso ocorra. O MST faz parte do exército de reserva e precisa estar pronto se convocado. Foi o que se deu na semana passada, quando João Pedro Stedile, um dos fundadores do movimento, obediente ao chamado do momento, atirou: “Se Dilma cair vai ter guerra”. É impossível não indagar: contra quem seria essa guerra? A resposta é óbvia: contra a vontade popular e contra a democracia.

Pedido de impeachment de Dilma será protocolado na Câmara nesta segunda 28

Pedido de impeachment de Dilma será protocolado na Câmara nesta segunda 28

‘Se é golpe, então o Supremo regulamentou o golpe’, diz OAB. O Pedido de impeachment de Dilma será protocolado na Câmara nesta segunda, 28; documento histórico, de 43 páginas, acusa presidente de crime de responsabilidade por pedaladas, isenções fiscais à FIFA e manobra para livrar Lula do juiz Moro.

Os Crimes cometidos:

O documento histórico de 43 páginas tem base na decisão do Conselho Federal da entidade que, por 26 votos a dois, concluiu que a petista deve perder o mandato e ser declarada inelegível por oito anos sob acusação de crime de responsabilidade numa sequência de atos que justificariam a medida – pedaladas, renúncias fiscais em favor da Fifa na Copa do Mundo/14 e a intenção de beneficiar o ex-presidente Lula, alvo da Lava Jato, dando-lhe foro privilegiado ao nomeá-lo chefe da Casa Civil, condição que o livraria das mãos do juiz federal Sérgio Moro.

O mais Grave:

A denúncia transcreve trechos da delação premiada de Delcídio. Uma revelação do senador indica suposto interesse da presidente em nomear ministro para tribunal superior com objetivo de favorecer empreiteiros que a Lava Jato pegou. Para a OAB, ‘teria a presidente da República se utilizado do seu cargo e da prerrogativa de nomeação de ministros de tribunais superiores, que lhe é constitucionalmente assegurada, para nomear magistrado previamente compromissado a lhe auxiliar em atos que importam em obstrução da Justiça’.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Odebrecht promete entregar lula e campanha de Dilma a Lava Jato

Odebrecht promete entregar lula e campanha de Dilma a Lava Jato

Entre os 28 mandados de condução coercitiva cumpridos na manhã da terça-feira, dia 22, a Polícia Federal levou três dos principais executivos da empreiteira Odebrecht para prestar depoimento. Durante algumas horas, eles tiveram uma amostra do que é a Operação Lava Jato. Diante das perguntas feitas pelos investigadores e das provas apresentadas a eles, os três tremeram.

Depois de liberados, foram a um encontro com o restante da cúpula da empresa. Pressionaram para que a Odebrecht faça o que estuda há meses: colaborar com as investigações em troca de salvação. Os três disseram aos colegas que, se a cúpula não decidisse por essa saída, eles próprios iriam colaborar e, assim, a derrocada seria certa.



Até mesmo o patriarca Emílio Odebrecht ficaria sob risco de cair. Consultaram até o ex-presidente Marcelo Odebrecht, preso desde junho em Curitiba. O grupo conversou sobre como a Odebrecht vem sendo destruída pela Lava Jato – já perdeu R$ 5 bilhões em valor de mercado. Tratou também dos processos danosos à empresa nos Estados Unidos e na Suíça. Diante de tantas adversidades, Marcelo aquiesceu. Seu pai, Emílio, decidiu.

A Odebrecht decidiu fazer um acordo de delação premiada. A difícil discussão é quanto entregar: se está disposta a dar o que a Lava Jato já tem, para fechar casos, ou se vai abrir novos casos, com a revelação de outros políticos, partidos e obras. Como é usual, a Odebrecht decidiu começar por oferecer o mínimo possível. Os procuradores do Paraná não ficaram surpresos. Eles já avançaram incisivamente na Odebrecht e tinham convicção de que o dia da capitulação chegaria. De antemão, já sabem as principais condições para negociar: que a Odebrecht desista dos processos na Suíça, que impedem a remessa de provas de pagamentos de propina a políticos de vários partidos e outros funcionários da Petrobras e de órgãos públicos ainda não mencionados.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Dias Toffoli afirmou processo de impeachment não é golpe

Dias Toffoli afirmou processo de impeachment não é golpe

O Ministro do STF Dias Toffoli afirmou, nesta quarta-feira (23), que não vê o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff como um golpe.

"O processo de impeachment é previsto na constituição e nas leis brasileiras. Não se trata de um golpe. Todas as democracias têm mecanismos de controle e o processo de impeachment é um tipo de controle", disse Toffoli ao "Jornal Nacional", da Rede Globo.

Na última terça (22), em discurso em que defendeu o seu mandato, a presidente Dilma Rousseff disse que não "renunciará de jeito nenhum" e se apropriou de um dos gritos mais comuns dentre as pessoas que defendem o seu governo ao afirmar ter certeza de que "não vai ter golpe".

O ministro não quis dar a sua opinião sobre o processo em curso na Câmara dos Deputados contra a presidente. Ele afirmou, no entanto, que, caso o andamento do impeachment esteja fora das regras legais, o Supremo poderá ser acionado para impedir que ocorra alguma injustiça.

"Aqueles que se sentirem atingidos podem recorrer à Justiça brasileira. O que ocorre hoje é a democracia. É muito melhor vivermos desta forma, do que sob uma ditadura", declarou Toffoli.

Lula disse "economia a gente resolve amanhã, mas evitar o golpe é hoje"

"Economia a gente resolve amanhã, mas evitar o golpe é hoje"

Sinceramente ele não sabe mais o que fala... Em discurso de mais de uma hora a sindicalistas de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (23) que pretende ajudar a presidenta Dilma Rousseff em seu governo mesmo sem ser ministro, que é preciso defender a democracia no país e evitar o que ele chamou de golpe contra o atual governo.



“Nem que seja a última coisa que eu faça na vida, vou ajudar a Dilma a governar esse país com a decência que o povo merece”, disse o ex-presidente em evento organizado pelas centrais sindicais na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, centro de São Paulo. O evento, segundo as entidades, foi convocado para defender “a democracia e o Estado de Direito” e contra o processo de impeachment da presidenta Dilma.

Sobre o convite para integrar o governo Dilma, Lula disse que foi chamado pela primeira vez em agosto do ano passado, mas recusou. Com o agravamento da crise, Dilma insistiu e ele resolveu aceitar.

Entenda a decisão de Teori

Entenda a decisão de Teori Zavascki

Teori Zavascki concedeu há pouco uma liminar a uma reclamação da Advocacia Geral da União para que o juiz Sérgio Moro envie todo o processo que diz respeito a Lula ao Supremo. O ministro também pôs sob sigilo todas as gravações que dizem respeito à presidente Dilma.

Qual foi a argumentação da AGU, que, de forma impressionante, fez de Lula objeto de suas preocupações, embora ele não pertença ao governo?

Teori concordou com a tese de que Moro deveria ter enviado ao Supremo as questões relativas a Lula, uma vez que elas acabaram envolvendo a presidente Dilma, que tem foro especial. Ah, sim: o ministro não alterou, nem poderia, a decisão de Mendes, que suspendeu a nomeação de Lula para o Ministério da Casa Civil.



Vamos botar um pouco de ordem na bagunça:
1: Teori não está afirmando que a competência para cuidar do processo que envolve Lula seja do Supremo; ele requisitou para o tribunal, e a decisão ainda vai ser tomada;

2: a decisão de agora nada tem a ver com as outras ações da AGU, que também estão a cargo do ministro, que cobram a suspensão de todas as investigações sobre Lula;

3: Teori não está contestando decisão nenhuma de Gilmar Mendes. O ministro simplesmente observou que a competência no que diz respeito a Lula voltava para Moro porque, ao suspender a sua condição de ministro, ele perdia o foro especial.

4: Teori, considerado um ministro frio, agiu com o fígado. Nos bastidores, ele estava agastado com Sérgio Moro. Considerou uma exorbitância a divulgação dos grampos envolvendo a presidente;

5: é evidente que o ministro dá uma liminar que contraria votações suas de mérito. É muito fácil explicar. Querem ver? O ministro descartou a tese da contiguidade quando enviou, por exemplo, os processos envolvendo a mulher e a filha de Eduardo Cunha para a Justiça comum.

Ora, se uma pessoa com foro especial confere foro especial às demais, isso deveria ter valido, então, para a família de Cunha. Mas não valeu. No caso do petrolão, os ministros decidiram fazer o contrário do que foi feito no mensalão: fica no Supremo quem tem foro especial e vai para a primeira instância quem não tem.

Lula tem? Não tem! Logo, que fique na primeira, ora essa! Mas Teori está irritado com Moro. Acha que ele deveria ter enviado o pacote ao Supremo, que então se encarregaria de devolver para a primeira instância quem não tem foro especial.

Moro não foi dos mais ortodoxos, todo mundo sabe. Mas isso não é motivo para Teori jogar no lixo os votos de… Teori.

É notável! O ministro não quis, até porque não podia, suspender os efeitos da liminar concedida por Gilmar Mendes, que suspendeu a posse de Lula. Surgiu, então a tese da usurpação de competência: segundo essa tese, Moro não poderia ter decidido o que caberia ao Supremo decidir.

Bem, digamos que assim seja… Não há outra saída, nessa ação ao menos, que não devolver a Moro o processo sobre Lula. É o que o Supremo fez em outros casos do petrolão. Vamos ver se o tribunal tem a coragem de criar um procedimento que só valha para Lula. Acho que não.

Teori sabe que essa sua decisão corresponde àquele momento em que um juiz paralisa o jogo apitando uma falta que não aconteceu. É o chamado “perigo de gol!”

terça-feira, 22 de março de 2016

Executivos da Odebrecht decidem fazer acordo de delação

Executivos da Odebrecht decidem fazer acordo de delação

O grupo Odebrecht decidiu fazer um acordo de delação de seus principais executivos, inclusive o ex-presidente Marcelo Odebrecht, no dia em que sofreu uma devassa da Polícia Federal, que diz ter identificado um departamento de pagamento de propina que funcionava dentro da empresa.

A Odebrecht também fará um acordo de leniência, que é uma espécie de delação para empresas. As informações foram adiantadas pelo "Jornal Nacional".

Marcelo sofria pressões para fazer o acordo, inclusive do próprio pai, Emílio Odebrecht. Emílio temia pelo futuro do grupo se não houvesse acordos de delação e de leniência.

Em nota, a empresa afirma: "As avaliações e reflexões levadas a efeito por nossos acionistas e executivos levaram a Odebrecht a decidir por uma colaboração definitiva com as investigações da Operação Lava Jato".

Prossegue a nota: "Esperamos que os esclarecimentos da colaboração contribuam significativamente com a Justiça brasileira e com a construção de um Brasil melhor"

Rosa Weber nega pedido de Lula para manter investigações no STF

Rosa Weber nega pedido de Lula para manter investigações no STF

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta terça-feira (22) pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para manter na Corte investigação sobre o petista na Operação Lava Jato. Os advogados contestaram decisão decisão do ministro Gilmar Mendes, que barrou a nomeação de Lula para ministro da Casa Civil e devolveu as investigações para o juiz Sérgio Moro, da primeira instância da Justiça Federal.

Na última sexta-feira (18), Gilmar Mendes suspendeu a posse de Lula sob o argumento de que o ex-presidente foi nomeado ministro para ter foro privilegiado garantido e, assim, tirar as investigações sobre ele das mãos do juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná. Moro é o responsável, na primeira instância da Justiça Federal, pela Operação Lava Jato, que apura desvio de recursos da Petrobras.



Ao analisar o pedido da defesa, a ministra não julgou o mérito do caso. Ela afirmou que a questão é "delicada e complexa" e disse que o habeas corpus (ação movida pelos advogados) não era o instrumento adequado.

sábado, 19 de março de 2016

José Eduardo Cardozo usava o cargo para vazar informações

José Eduardo Cardozo usava o cargo para vazar informações.

Na entrevista a revista veja, Delcídio afirmou ainda que o ex-ministro da Justiça do governo Dilma e atual advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, usava o cargo para vazar informações.

"Cardozo faz o jogo que interessa a Dilma. Ele tinha acesso a informações privilegiadas e passava essas informações para Dilma. Vazava para ela operações que seriam realizadas pela Lava Jato. Cardozo soube com antecedência da condução coercitiva de Lula e alertou os principais interessados. Foi por isso que ele vazou um dia antes da minha delação premiada. Ele sabia que uma coisa abafaria a outra", prosseguiu Delcídio



O senador contou que Lula pediu ajuda para definir uma estratégia de defesa na Lava Jato.

"Lula havia me convocado para ir a São Paulo, junto com os senadores Renan Calheiros e Edison Lobão, para discutir estratégias de defesa na Lava Jato. Viajamos num jato e dividimos a conta. A minha parte eu paguei com cheque. Chegamos de volta a Brasília na madrugada de sábado. Fomos até fotografados, sem saber, no terminal 2 aeroporto. A foto foi publicada na internet com a legenda 'o que Renan, Delcídio e Lobão faziam nesta madrugada no aeroporto de Brasília?' ".
Em determinado momento da entrevista, o repórter da revista pergunta se Dilma "tem o poder de mudar votos no Supremo Tribunal Federal. Delcídio responde:

"Dilma costumava repetir que tinha cinco ministros no STF. Era clara a estratégia do governo de fazer lobby nos tribunais superiores e usar ministros simpáticos à causa para deter a Lava Jato", afirmou o senador.

O petrolão financiou a reeleição da Dilma disse Delcídio

O petrolão financiou a reeleição da Dilma.

Delcídio também disse a revista veja que o ex-presidente tentou interferir logo nos primeiros passos da Lava Jato. "Na primeira vez que o Lula me procurou, eu nem era líder do governo. Foi logo depois da prisão do Paulo Roberto Costa [ex-diretor da Petrobras]. Ele estava muito preocupado. Sabia do tamanho do Paulo Roberto na operação, da profusão de negócios fechados por ele e o amplo leque de partidos e políticos que ele atendia. O Lula me disse assim: 'é bom a gente acompanhar isso aí. Tem muita gente pendurada lá, inclusive do PT'. Na época, ninguém imaginava aonde isso ia chegar", disse Delcídio.


O senador diz, ainda, que a presidente teria começado a trabalhar ao lado de Lula para frear a Lava Jato no ano passado. O repórter pergunta: O que fez a presidente mudar de postura?

Delcídio responde: "O cerco da Lava Jato ao Palácio do Planalto. O petrolão financiou a reeleição da Dilma. O ministro Edinho Silva, tesoureiro da campanha em 2014, adotou o achaque como estratégia de arrecadação. Procurava os empresários sempre com o mesmo discurso: 'Você está com a gente ou não está? Você quer ou não quer manter seus contratos?'. A extorsão foi mais ostensiva no segundo turno. O Edinho pressionou Ricardo pessoa, da UTC, José Antunes, da Engevix, e Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez. Acho que Lula e Dilma começaram a ajustar os ponteiros em meados do ano passado. Foi quando surgiu a ideia de nomeá-lo ministro", informou.

Delcídio diz a revista que Lula comandava esquema na Petrobras

Delcídio diz a revista que Lula comandava esquema na Petrobras

O ex-líder do governo e senador licenciado Delcídio do Amaral (sem-partido MS), concedeu entrevista à revista "Veja", publicada na edição deste fim de semana. Delcído, que deu depoimentos de delação premiada na Lava Jato, disse na entrevista que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comandava o esquema na Petrobras e negociava diretamente com as bancadas dos partidos as nomeações para diretorias da estatal.

"O Lula negociou diretamente com as bancadas as indicações para as diretorias da Petrobras e tinha pleno conhecimento do uso que os partidos faziam das diretorias, principalmente no que diz respeito ao financiamento de campanhas. Lula comandava o esquema", afirmou o senador à revista. O Instituto Lula afirmou que não comenta "conversa fiada nem delação comprada".
Ainda na entrevista, Delcídio diz que Lula e a presidente Dilma Russeff nem sempre atuaram em sintonia para abafar as investigações da Lava Jato. Ele cita o ex-ministro da Justiça e atual advogado-geral da União.



O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin, disse que delação premiada não é meio de prova, "até em virtude da circunstância que foi feita". Ainda segundo o advogado, as afirmações feitas pelo senador na delação são contraditórias com as afirmações que ele fez à época em que foi gravado pelo filho de Nestor Cerveró.

"Lula tinha certeza que a Dilma e o José Eduardo Cardozo tinham um acordo cujo o objetivo era blindá-la contra as investigações. A condenação dele seria a redenção dela, que poderia, então, posar de defensora intransigente do combate à corrupção", afirmou o senador à revista. Segundo Delcídio, Dilma entendia que nada aconteceria a ela.

Governo pede a Teori que suspenda decisão sobre posse de Lula

Governo pede a Teori que suspenda decisão sobre posse de Lula

O governo pediu neste sábado (19) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda a decisão liminar (provisória) do ministro Gilmar Mendes que barrou a nomeação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Civil e mais de 50 ações que questionam a nomeação.

O pedido deste sábado, feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, é dirigido ao ministro Teori Zavascki, relator no Supremo de duas ações que também questionam a nomeação de Lula, chamadas de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, apresentadas pelo PSB e PSDB.



No pedido enviado a Teori neste sábado o governo argumenta que as diversas ações em todos os tribunais podem gerar decisões contraditórias, ferindo o princípio da segurança jurídica, a separação de poderes e a presunção de inocência.

“A fim de se evitar decisões contraditórias acerca de tema tão relevante, primando-se pela segurança jurídica e defesa da ordem jurídico objetiva, a Advocacia Geral da União reitera a necessidade de suspensão do andamento de todos os processos e de decisões judiciais que apresentem relação com a matéria objeto da arguição de descumprimento de preceito fundamental até seu julgamento final”, afirmou o ministro Cardozo.

Não é praxe no Supremo que um ministro derrube decisão de outro, mas o pedido feito neste sábado pela AGU pode antecipar que o caso seja levado para discussão em plenário pelos 11 ministros da Corte.

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Faltando quase três anos para a eleição de 2018, já passa de 10 o número de nomes colocados à disputa presidencial. A maioria já participou de pleitos anteriores e vê, no quadro atual de crise política e econômica e de baixa popularidade da presidente Dilma Rousseff, o cenário ideal para se potencializar e, quem sabe, alcançar a vitória. Será que a próxima eleição conseguirá romper pela primeira vez, em mais de 20 anos, a hegemônica disputa entre tucanos e petistas? E mais: será que o país está preparado para lidar com os interesses de todos esses políticos?

(ATENÇÃO) Se você está ao celular, acessando o site, continue rolando a tela para baixo até aparecer a enquete.

Até o momento surgem como possíveis postulantes ao cargo de presidente os tucanos Aécio Neves, Geraldo Alckmin, Álvaro Dias e José Serra; o prefeito do Rio Eduardo Paes (PMDB); Ciro Gomes e Cristóvam Buarque (ambos do PDT); Marina Silva (Rede); Ronaldo Caiado (DEM); Jair Bolsonaro (PSC); Luciana Genro (PSOL), além do ex-presidente Lula (PT).


quarta-feira, 16 de março de 2016

ÁUDIO NA ÍNTEGRA ENTRE LULA E DILMA COMPLETO

ÁUDIO NA ÍNTEGRA ENTRE LULA E DILMA COMPLETO

"Temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado. Temos um presidente da Câmara fodido, um presidente do Senado fodido, não sei quantos parlamentares ameaçados. Fica todo mundo no compasso de que vai acontecer um milagre."
Confira o áudio.





Moro derruba sigilo e divulga grampo de ligação entre Lula e Dilma

Moro derruba sigilo e divulga grampo de ligação entre Lula e Dilma


O juiz Sérgio Moro retirou nesta quarta-feira (16) o sigilo de interceptações telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As conversas gravadas pela Polícia Federal incluem diálogo desta quarta com a presidente Dilma Rousseff, que o nomeou como ministro chefe da Casa Civil.

No despacho em que libera as gravações, Moro afirma que, “pelo teor dos diálogos degravados, constata-se que o ex-Presidente já sabia ou pelo menos desconfiava de que estaria sendo interceptado pela Polícia Federal, comprometendo a espontaneidade e a credibilidade de diversos dos diálogos”.
Moro afirma, ainda, que alguns diálogos sugerem que Lula já sabia das buscas feitas pela 24ª fase da Operação Lava Jato no início do mês.

Conversa com Dilma
- Dilma: Alô
- Lula: Alô
- Dilma: Lula, deixa eu te falar uma coisa.
- Lula: Fala, querida. Ahn
- Dilma: Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?!
- Lula: Uhum. Tá bom, tá bom.
- Dilma: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.
- Lula: Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando.
- Dilma: Tá?!
- Lula: Tá bom.
- Dilma: Tchau.
- Lula: Tchau, querida.



segunda-feira, 14 de março de 2016

Justiça de SP encaminha denúncia contra Lula para Moro decidir

Justiça de SP encaminha denúncia contra Lula para Moro decidir

A juíza responsável pela denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, encaminhou o caso para a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba. Portanto, a denúncia será agora analisada pelo juiz federal Sérgio Moro.




O encaminhamento do processo para a Justiça Federal foi determinado por decisão desta segunda-feira (14) da juíza da 4ª Vara Criminal de São Paulo Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, que analisou a denúncia contra Lula apresentada pelo MP-SP.
Na decisão, a juíza afirma que os fatos de que tratam a denúncia já são objeto de investigação pela Operação Lava Jato.
"O pretendido nestes autos, no que tange às acusações de prática de delitos chamados de 'Lavagem de Dinheiro', é trazer para o âmbito estadual algo que já é objeto de apuração e processamento pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR e pelo MPF, pelo que é inegável a conexão, com interesse probatório entre ambas as demandas, havendo vínculo dos delitos por sua estreita relação", escreveu a juíza na decisão.

sexta-feira, 11 de março de 2016

A IMBECILIDADE DOS PETISTAS

Dilma Rousseff reuniu-se ontem à noite com Ricardo Berzoini, Jaques Wagner, José Eduardo Cardozo e Giles Azevedo – todos eles implicados na Lava Jato.

Segundo o G1, eles avaliaram que o pedido de prisão dos promotores paulistas eliminava qualquer possibilidade de nomear Lula ao ministério, pois isso “seria interpretado como uma tentativa do governo de obstruir ação da Justiça”.

Mas não foi por esse motivo que Dilma Rousseff ofereceu um ministério ao amarelão? Para tirá-lo da esfera do juiz Sergio Moro?
Na verdade, a oferta do ministério a Lula foi mais uma imbecilidade dos petistas, mas só ontem à noite eles se deram conta disso.


quinta-feira, 10 de março de 2016

Promotoria de São Paulo pede prisão de Lula no caso tríplex

Promotoria de São Paulo pede prisão de Lula no caso tríplex

Na denúncia contra o ex-presidente Lula, sua mulher e seu filho Fábio Luiz Lula da Silva protocolada nesta quarta-feira, 9, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente. Além de Lula também foi pedida a prisão preventiva do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto e do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, e de outros dois investigados do caso Bancoop.

É a primeira vez que o Ministério Público pede a prisão do ex-presidente, acusado de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica ao supostamente ocultar a propriedade do tríplex– oficialmente registrado em nome da OAS.

Nesta tarde, em entrevista a jornalistas, o promotor Cássio Conserino, um dos responsáveis pela denúncia, evitou responder se havia pedido a medida cautelar contra o petista. “Só vamos falar sobre a denúncia”, disse.

Na denúncia de 102 páginas assinada por Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo a Promotoria detalha as suspeitas levantadas ao longo das investigações que ouviram mais de 20 testemunhas, incluindo engenheiros responsáveis por reformas no imóvel e até zeladores do edifício Solaris.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Ministério Público de SP denuncia Lula por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

SÃO PAULO - O Ministério Público de São Paulo denunciou na noite desta quarta-feira (9) o ex-presidente Luiz Inácio Lula por crime de ocultação de patrimônio, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro por causa da suposta compra do triplex no Guarujá.

O promotor Cassio Conserino entrou no Fórum Criminal da Barra Funda com denúncia criminal contra o ex-presidente Lula. O Ministério Público de São Paulo investiga irregularidades na construção e venda dos apartamentos do condomínio Solaris.

Os promotores paulistas suspeitam que a OAS tenha reservado o imóvel para o ex-presidente Lula e a família dele. E que o ex-presidente tenha comprado o triplex. Pelo menos 100 pessoas já foram ouvidas nas investigações em São Paulo, entre elas moradores, corretores e funcionários do prédio.

LAVA JATO DESCOBRIU ONDE INSTITUTO LULA ESCONDEU ARQUIVOS

 LAVA JATO DESCOBRIU ONDE INSTITUTO LULA ESCONDEU ARQUIVOS

A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão - até hoje mantido sob sigilo - no número 139 da rua Gonçalo Pedrosa. Descobriu que o endereço era usado pelo Instituto Lula para esconder documentos fundamentais para a investigação.

Foram encontrados lá contratos de prestação de serviço firmado pela LILS Palestras com grandes empreiteiras investigadas na Lava Jato, contratos de câmbio, passaportes diplomáticos de Lula vencidos, boletos e NFs emitidas pelo instituto.

Chamou atenção dos investigadores, NFs emitidas em fevereiro e março de 2016 em nome de Cleber Batista Pereira Informática ME, por serviços de gerenciamento de contas de e-mail, backup de servidores em nuvem e administração de servidores WEB.

Desconfiados, os investigadores solicitaram a Sérgio Moro outro mandado de busca e apreensão na empresa de Cleber e o fornecimento de todos os dados, inclusive senhas, para acesso "integral" de dados/arquivos eletrônicos mantidos pelo Instituto Lula.

"O acesso aos bancos de dados mantidos pela referida empresa em favor do Instituto Lula é fundamental para o aprofundamento das investigações."

Delcídio citou Aécio em delação, mas quem está numa sinuca é o PT

Se Delcídio realmente citou Aécio em delação, quem está numa sinuca é o PT

O meio político, para variar, está hoje novamente em polvorosa. Além da bisonha provável nomeação de Lula como ministro de Dilma, há outro fato abalando Brasília: Delcídio teria citado Aécio Neves (PSDB/MG) em sua delação. Segundo informações do jornal O Globo, o senador mineiro foi mencionado por sua atuação em uma CPI.

Se isso for confirmado, quem estará numa sinuca de bico é o PT. E Dilma. E Lula.

A razão é simples: eles PRECISARÃO disso para tentar atacar a oposição como um todo, ou mesmo Aécio Neves em especial. E certamente usarão o fato – o que é compreensível e totalmente do jogo. Mas, ao mesmo tempo, validarão Delcídio do Amaral como um delator crível, de modo que também serão admitidas as acusações contra eles próprios. E agora? Pois é, agora eles que se virem.
Aliás, a delação de Delcídio também incluiria Renan Calheiros (PMDB/AL), Romero Jucá (PMDB/RR), Edison Lobão (PMDB/MA) e tantos outros.

Pingos nos is ao vivo video YouTube 08/03

Confira a edição completa do programa de terça-feira (08/03) com Patrick Santos, Victor LaRegina e a análise do comentarista político Reinaldo Azevedo.



Em seu editorial de abertura, Reinaldo Azevedo Saiba falou sobre decisão do governador de São Paulo Geraldo Alckmin de proibir atos de manifestantes pró-Dilma na Paulista, no domingo. Saiba mais no editorial completo. Reinaldo Azevedo, Patrick Santos e Victor LaRegina comentaram os principais assuntos desta terça-feira (08) em "Os Pingos nos Is".


Lula pode virar ministro de Dilma para ter foro privilegiado

Lula pode virar ministro de Dilma para ter foro privilegiado

Ministros próximos de Dilma e de Lula tentaram convencer o ex-presidente a aceitar a oferta. Só falta o "chefe" virar ministro da Justiça para blindar a si próprio. Segundo a reportagem, há fortes temores na cúpula do governo de que as investigações possam tentar levar Lula à prisão, especialmente após sua condução coercitiva na última sexta-feira (4).

Não sei se Dilma realmente lhe daria uma pasta ou se está só posando de acolhedora por meio da imprensa.
Mas esse papo de que Lula “resiste à ideia” de ter foro privilegiado do STF petista pode servir a dois objetivos:

1) para depois ele posar, se virar ministro, como alguém que foi convencido pelos outros, eximindo-se da responsabilidade direta de amarelar para Sergio Moro.

2) para depois ele posar, se não virar ministro, como alguém que tinha a opção de fazê-lo e, mesmo assim, preferiu ficar à disposição das autoridades (evitando, claro, a confissão escancarada de culpa).
O fato é que Lula está em Brasília tramando com Dilma a melhor forma de ambos se salvarem (ou tramando com o PMDB a melhor forma de derrubar Dilma).



Se dependesse só dele, emplacaria seus camaradas Paulo Teixeira ou Wadih Damous no Ministério da Justiça; o problema é que uma escolha tão escancarada para blindar Lula pode ser um desgaste político fatal para o governo moribundo de Dilma (que, com medo da perda progressiva de apoio, cogita até apressar o rito de impeachment para tentar se livrar de uma vez do processo).
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

A partir de agora se me prenderem eu viro herói

A partir de agora, se me prenderem, eu viro herói. Se me matarem, viro mártir. E, se me deixarem solto, viro presidente de novo.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito um diagnóstico positivo sobre o impacto da ação da Operação Lava Jato que o levou para prestar depoimento de forma coercitiva. A pessoas de sua confiança, ele tem dito que o PT e o governo mais ganharam do que perderam com o episódio.

"A partir de agora, se me prenderem, eu viro herói. Se me matarem, viro mártir. E, se me deixarem solto, viro presidente de novo", disse Lula a mais de um interlocutor. Conforme o jornal "O Estado de S. Paulo" apurou, o ex-presidente mostrou-se confiante em resgatar a imagem do partido.

Lula chegou nesta terça-feira (8) à tarde a Brasília para reunir-se com a presidente Dilma Rousseff pela segunda vez em quatro dias. Nesta quarta pela manhã, o ex-presidente tem encontro marcado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que tem sido pressionado por alguns colegas a aderir ao impeachment.


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